Contabilidade para Indústria
Na indústria, o imposto começa no custo — e quase ninguém olha o
IPI, créditos de ICMS, CIAP e ficha técnica de produção definem o resultado da indústria. Quando o custo industrial é estimado, tudo o que vem depois é estimativa também.
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- Prazos cumpridos com rigor

O que costuma estar errado antes de a gente olhar
Indústria acumula obrigação técnica que o regime de Lucro Real amplifica. O que passa batido não aparece no mês — aparece no fechamento do ano.
Custo de produção calculado por rateio genérico, sem ficha técnica real
Crédito de ICMS e IPI sobre insumos aproveitado parcialmente
Máquina comprada sem o CIAP aberto, perdendo o crédito ao longo das parcelas
Bloco K entregue de forma incompleta, com a produção fora do estoque escriturado
Preço de venda formado sobre um custo que não inclui o tributo recuperável
Lucro Real apurado sem que ninguém tenha comparado com o Presumido no ano
O que fazemos todo mês
Contabilidade para Indústria
A contabilidade industrial não é a comercial com outro nome. Muda a apuração, muda a obrigação e muda o que precisa ser controlado.
Apuração de ICMS e IPI
Cálculo do devido e levantamento dos créditos sobre insumos.
Custo industrial e formação de preço
Estrutura de custo por produto, com base na ficha técnica real.
Bloco K — produção e estoque
Escrituração da movimentação e conciliação com o inventário.
CIAP — crédito do ativo imobilizado
Controle do crédito de ICMS sobre máquinas ao longo das parcelas.
Comparativo Lucro Real x Presumido
Análise anual do enquadramento com os números da própria indústria.
Obrigações acessórias do SPED
EFD-ICMS/IPI, EFD-Contribuições, ECD e ECF nos prazos de cada esfera.
BPO financeiro e capital de giro
Fluxo de caixa e conciliação, com o ciclo de produção considerado.
Intimações e fiscalizações
Resposta técnica ao fisco conduzida pelo escritório.
Para quem é
O que define a complexidade é o processo produtivo e o destino da venda — não o tamanho do galpão.
Falar sobre o meu casoPerguntas frequentes
Dúvidas de quem tem indústria
As perguntas que mais aparecem na primeira conversa.
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Falar com um especialistaNem sempre, e a resposta muda de ano para ano. Depende da margem, do peso dos créditos de ICMS e IPI, da folha e do volume de despesas dedutíveis. O que não funciona é manter o regime por inércia — a comparação precisa ser refeita com os números fechados de cada exercício.
É o levantamento mais comum que fazemos ao assumir uma indústria. Crédito sobre insumo, sobre energia empregada na produção e sobre ativo imobilizado via CIAP costumam estar aproveitados apenas em parte — não por má-fé, mas porque exigem controle específico que a rotina fiscal comum não cobre.
Porque ele exige a ficha técnica de cada produto e o registro da movimentação de produção, não só de compra e venda. Onde não existe controle interno de produção, o Bloco K expõe isso. A primeira implantação é a mais pesada; depois vira rotina mensal.
Ajudamos com a parte que é nossa: entregar a estrutura de custo correta, com o tributo recuperável separado do custo efetivo. A decisão comercial de margem é da empresa, mas ela precisa partir de um custo real.
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